Secretária de Saúde de Mantenópolis presta esclarecidamente sobre o caso dos remédios em sessão extraordinária na Camara Municipal

A secretária de saúde do município de Mantenópolis, Eucilene, esteve na última terça-feira, dia 1 de novembro em sessão extraordinária na Câmara Municipal convocada pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal, quando na ocasião, prestou exclarecimentos e apresentou documentações sobre os remédios com prazo de validade vencidos e que ainda está sob investigação pelo ministério público do Estado do Espírito Santo, porque segundo o ministério público, a documentação apresentada até agora, não foi convincente. Eucilene falou sobre a origem dos remédios que boa parte foi adquirido com recursos do município e a outra doada pelos municípios de Cuparaque e Central de Minas, municípios vizinhos localizados próximos a Mantenópolis e  que não apresentou prejuízo e sim uma economia grande para o município. A secretária respondeu pergunta dos vereadores, e disse ainda que a denúncia dos vereadores Euzeni Borges Kerr e Jorge Alves de Oliveira está causando prejuízo ao município e que ninguém questiona o que se faz de bom para a populaçao. Condenou também a maneira equivocada que a imprensa tratou o caso, inclusive a Rede Gazeta que não veiculou o que ela disse, no seu verdadeiro conteúdo.

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Diante de toda a situação disse ainda que pode até ser condenada por irresponsabilidade administrativa, mas segundo ela agiu com a consciência de que estava fazendo o melhor pela saúde do município e na mais perfeita legalidade. Os vereadores a parabenizaram pela sua ida a Câmara Municipal.

Os autores da denúncia disseram ainda que não estavam convencidos, e que vão aguardar o fim da investigação do Ministério Público para que seja devidamente esclarecido esse caso.

Os vereadores denunciantes relatou ainda a resistência com relação a presença deles na diligencia feita pelo promotor Dr. Izaias Antonio de Souza mas segundo a secretaria ela  só tinha proibiu a filmagem e fotos dos medicamentos. Os vereadores Elza, Jorge e Carlos Amâncio disseram que sim, que ela tinha proibido eles, e neste momento os ânimos se exaltaram, foi quando a secretária chamou um conselheiro da saúde, que segundo ela, estava presente na diligencia, para confirmar o que ela disse. O vereador Carlos Amâncio usou a tribuna e disse que se o conselheiro confirmasse estaria mentindo. Houve bate boca entre eles. Antes que a discursão ficasse mais acirrada, o presidente da casa Raul Duarte encerrou a sessão.

fonte-transason