Spider-Man: Edge of Time

Espetacular Homem-Aranha Peter Parker se alia ao Homem-Aranha do futuro, para consertar a linha temporal alterada por cientista que volta no tempo

Melhor: A trama é competente e repleta de boas animações que compõe um bom clima de ação. | Pior: Trancar o Homem-Aranha em um prédio, tirando o brilho dos poderes do Cabeça de Teia.

Há alguns anos, poucas pessoas acreditavam que uma adaptação de quadrinhos, filmes, ou qualquer outra mídia poderia render um jogo melhor do que mediano. Com a vinda de “Batman: Arkham Asylum”, porém, muitos mudaram este conceito, e o competente “Spider-Man: Shattered Dimensions” pegou carona nesta onda, apresentando quatro cabeças de teia de épocas diferentes em uma trama criativa e desenvolvimento competente, que não desapontou os fãs.

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Se a continuação de “Batman: Arkham City” conseguiu superar todas as expectativas, mas já nossos amigos da vizinhança acabaram ficando bem para trás. A desenvolvedora Beenox remodelou todo o design do jogo, trazendo conceitos interessantes, mas que ao mesmo tempo abandonam todos os elementos que consagraram o jogo original.

A primeira mudança perceptível é que o jogo se despede de dois de nossos amigos da vizinhança para focar nos personagens que ajudariam nestas opções de design e desenvolvimento da trama. Assim, nos deparamos apenas com Peter Parker dos dias atuais, e Miguel O’hara, o Homem-Aranha de 2099.

Na premissa, um cientista viaja no tempo e acaba mudando o presente e o futuro de Peter Parker, que agora em vez de jornalista, trabalha na Alchemax, fundada pelo cientista muito antes de seu tempo original. Os dois Homem-Aranha estão dentro do mesmo edifício, porém em épocas diferentes. Terão, então, que se aliar para superar os desafios enquanto corrigem os erros cronológicos, incluindo o fato que Peter Parker vai morrer em poucas horas.