População exige respostas nos casos dos remédios separados pela secretaria de saúde para incineração.

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Deve ser concluído nesta segunda-feira o trabalho de catalogação de quase uma tonelada de medicamentos com prazo de validade vencida na secretaria de saúde do município de Mantenópolis. Este trabalho está sendo inspecionado pela promotoria de Justiça que acatou denúncia dos Vereadores Jorge Alves de Oliveira e Euzeni Borges Soares Kerr, na última quinta-feira, após ficarem sabendo que funcionários da secretaria de saúde estavam separando remédios para serem incinerados. Na sexta-feira pela manhã o promotor Dr. Isaias Antônio, Jorge e Elza foram até a secretaria de saúde em busca de explicações da secretária que disse ser um procedimento normal e que parte dos medicamentos teriam sido doados pela prefeitura de Central de Minas – MG, município localizado próximo a Mantenópolis. A promotoria pública realizou inspeção na presença da secretária de Saúde Eucilene, alguns vereadores, entre eles Jorge e Elza (autores da denúncia) e Edivaldo menegazo, Pedro colodino e Jozé Gomes pires. A princípio foi constatado que estes medicamentos foram transportados para Mantenópolis sem nenhum documento. A promotoria os vereadores e a população consideram um fato absurdo, uma grande quantidade de remédios com prazo de validade vencida serem incinerados onde constantemente há falta de medicamentos para atender a população. Acreditam que pode haver condutas ilícitas por trás destes remédios e por isso será investigado para que a população tenha uma resposta. Na inspeção realizada na última sexta-feira estranhou-se também comportamento da secretária de saúde que por vários momentos dificultou os trabalhos e tentou ferir o dever dos vereadores de fiscalizar os atos do poder executivo, imediatamente o sr. Promotor de justiça repreendeu o seu comportamento ameaçando-a de prisão e disse que os vereadores tem o poder assegurado pela constituição  e o dever de fiscalizar o patrimônio publico . A secretaria de Saúde também reprimiu  a imprensa que estava fotografando os remédios ao dizer que mandaria a polícia retirar a câmera de um repórter. A polícia esteve no local e apenas registrou o boletim de ocorrência. Por volta das 16 hs como ainda não tinha terminado a inspeção o promotor de justiça determinou que a policia civil apreendesse o restante dos medicamentos que ainda não tinha sido catalogados para que os trabalhos fossem concluídos nesta segunda feira. Feito isto a promotoria iniciará as investigações. A população revoltada aguarda uma resposta.

Fonte- Transason fm