Morte de primo não tem relação com caso Bruno, diz polícia

A Polícia Civil de Minas Gerais afirmou nesta terça-feira (4) que esclareceu o caso da morte de Sérgio Rosa Sales, de 24 anos, primo do goleiro Bruno. Sales foi assassinado a tiros no dia 22 de agosto, em um bairro da região norte de Belo Horizonte. Ele era o único acusado de envolvimento na morte de Eliza Samudio que aguardava a conclusão do processo em liberdade.

De acordo com a corporação, a motivação do crime é passional e não tem relação com o caso Bruno. A polícia informa ainda que nenhum agente militar ou civil está envolvido na morte de Sales. Segundo eles, o autor do assassinato já foi identificado, mas não está preso. A informação foi passada pela assessoria de imprensa da corporação e as afirmações são dos delegados que conduzem as investigações.

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No início do caso, a polícia acreditava que a execução de Sales teria acontecido como queima de arquivo, já que os depoimentos do rapaz foram decisivos nas investigações a respeito da morte de Eliza. Sales trabalhava como servente de pedreiro e foi seguido por um homem em uma moto ao sair de casa para o trabalho no início da manhã.

Segundo o sargento Célio José de Oliveira, do 13º Batalhão da PM (BPM), testemunhas contaram que o rapaz ainda tentou escapar correndo, mas foi seguido e morto no quintal de uma residência. A vítima aguardava julgamento pelo assassinato de Eliza, ainda sem data prevista para ocorrer, junto com Bruno, seu ex-braço direito Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que estão presos. Todos respondem por sequestro, cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver da ex-amante do goleiro e com quem o atleta teve um filho. Então com 24 anos, ela está desaparecida desde junho de 2010 e seu corpo nunca foi encontrado.