Mais do que humano

Cientistas anunciaram recentemente o sucesso de um teste feito com lentes de contato que podem projetar imagens nos olhos das pessoas. A ideia ainda está em fase inicial de desenvolvimento, porém no futuro você poderá ver seus e-mails e mensagens através de seu globo ocular, como se fosse em um videogame. Os próprios jogos eletrônicos vão entrar em um estágio avançado de imersão na jogabilidade.

Os cientistas da Universidade de Washington, em Seattle, dizem que as lentes são seguras e podem ser usadas tranquilamente, porém ainda existem alguns obstáculos no caminho da tecnologia, como, por exemplo, descobrir um jeito eficiente de fornecer energia para o aparelho. Apesar disso, graças ao trabalho deles, uma visão próxima do que vemos em ‘Exterminador do Futuro’ está próxima da realidade.

Muitos outros tipos de tecnologia ciborgue estão em desenvolvimento, tecnologias que serão capazes de melhorar nossos corpos e possibilitar novos jeitos de interagir com o mundo e ainda dar esperança de melhorar drasticamente as vidas de pessoas com deficiências físicas. Separamos aqui os exemplos mais empolgantes de novas tecnologias que podem nos fazer mais do que humanos.

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Tecnologias que envolvem próteses de membros humanos estão se desenvolvendo com uma velocidade impressionante, basta olharmos para os últimos lançamentos de mãos biônicas, que são capazes de reproduzir movimentos muito precisos. O i-Limb Pulse, uma das próteses mais avançadas do mercado, usa uma tecnologia especial de pulso para controlar a força usada por cada dedo da mão, tornando possível com que seu usuário faça tarefas muito precisas, como amarrar cadarços, por exemplo.

Com o seu chassi de alumínio, o aparelho ainda é super-resistente, tendo a capacidade de levantar até 90 kg de peso. Milhares de pacientes usam o i-Limb, que pode ser programado para as necessidades específicas de seu usuário sem a necessidade de fios. Essa tecnologia de ponta, infelizmente, não é barata, e custa cerca de R$ 60.000.

Os implantes Cochlear podem melhorar a audição de pessoas com graves problemas de surdez. Um transmissor, parecido com um microfone muito pequeno, captura o som e envia para um sofisticado processador por meio de um impulso elétrico. Finalmente, o som é convertido em sinais elétricos por um receptor instalado no crânio da pessoa, fazendo com que os eletrodos implantados no ouvido interno estimulem o nervo responsável pela audição.

Apesar de não conseguir reproduzir a sensação natural de audição, os implantes permitem que pessoas com deficiência auditiva possam entender a fala de outras pessoas e diferenciar uma porção de outros tipos de sons. Nesses casos, se o implante é instalado em uma criança surda, o cérebro dela irá se adaptar com maior facilidade do que em um adolescente ou adulto, dando chances do aparelho funcionar melhor.