Deputado Luciano Pereira (DEM) quer desfibriladores em condomínios residenciais

O deputado Luciano Pereira (DEM) protocolou na Assembleia Legislativa (Ales) projeto que prevê a obrigatoriedade de manutenção de desfibrilador em condomínios que possuam mais de 40 unidades residenciais. Para estabelecer os parâmetros de conduta a serem seguidos na utilização do desfibrilador externo automático, os estabelecimentos deverão promover a capacitação de pelo menos 50% dos seus funcionários, através do curso de “suporte básico de vida” ministrado por entidades credenciadas pelo Conselho Nacional de Ressuscitação.

O parlamentar descreve outras normas que deverão ser seguidas pelos operadores do aparelho e diz que a projeto visa diminuir a demora no atendimento aos cidadãos enfartados, através de disponibilização de equipamentos desfibriladores em condomínios residenciais.

O deputado Luciano Pereira (DEM) protocolou na Assembleia Legislativa (Ales) projeto que prevê a obrigatoriedade de manutenção de desfibrilador em condomínios que possuam mais de 40 unidades residenciais. Para estabelecer os parâmetros de conduta a serem seguidos na utilização do desfibrilador externo automático, os estabelecimentos deverão promover a capacitação de pelo menos 50% dos seus funcionários, através do curso de “suporte básico de vida” ministrado por entidades credenciadas pelo Conselho Nacional de Ressuscitação.

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O parlamentar descreve outras normas que deverão ser seguidas pelos operadores do aparelho e diz que a projeto visa diminuir a demora no atendimento aos cidadãos enfartados, através de disponibilização de equipamentos desfibriladores em condomínios residenciais.

“Atualmente, em certos casos, os condomínios são verdadeiras cidades com toda uma infraestrutura de lojas, bancos, academias e muitos outros equipamentos comunitários e que necessitam de uma qualificação no atendimento médico de urgência”, avalia Luciano Pereira.

Coração

As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte em nosso país. Se considerarmos o total de óbitos cuja causa é definida, as doenças cardiovasculares constituem 38% das mortes de homens e 29% das mortes de mulheres no Brasil. No Estado, 820 pessoas morrem por dia, de doenças do coração, sendo o enfarte a mais comum. Apenas 49% dos enfartados chegam com vida ao hospital. Com atendimento adequado e rápido, no entanto, pode-se salvar, em média, 35 vidas a mais em cada mil.

O único tratamento comprovadamente eficaz para reverter a fibrilação ventricular é a desfibrilação. Este procedimento se dá através de um choque elétrico, com tempo e potência determinados, sobre o tórax da pessoa, através de um aparelho chamado desfibrilador. Sua utilização pode salvar a vida da maioria dos adultos, vítimas de paradas cardíacas, uma vez que a desfibrilação elétrica consiste na terapia mais simples e importante para o tratamento desses pacientes.