Capixabas vão ficar sem royalties e enfrentarão grandes enchentes em 2012, prevê vidente

Se depender das previsões astrológicas, o ano de 2012 não será nada agradável para o Espírito Santo. Segundo os orixás, o Estado passará por dias difíceis tanto na economia e na política. Os capixabas ainda terão que enfrentar grandes enchentes e tragédias no ano que se aproxima.

De acordo com o mago Augusto Summerview, haverá registro de doenças graves e mortes envolvendo personalidades capixabas, além de enfrentar problemas de calamidade pública. “Só não posso divulgar o nome das pessoas marcadas pelo destino por uma questão de ética”, explicou o mago.

O recado foi transmitido pela Orixá Nanã, por meio do jogo dos búzios. As mortes, segundo Summerview, serão provocadas por acidentes repentinos e também por atentados com armas de fogo.

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As ameaças envolvendo a economia do Estado, com a possível perda de receitas dos royalties e do Fundap serão confirmadas, de acordo com a previsão do mago. Segundo ele, por conta disso, muitos planos do Governo terão que ser freados. “Vamos passar por dificuldades causadas pelo Governo Federal. Com a redução de dinheiro dos royalties vamos enfrentar um grande arrocho financeiro”, previu.

Na questão da segurança, o especialista afirmou que poderá ser necessária uma intervenção federal no Espírito Santo. Summerview explicou que 2012 será marcado pelos ataques do crime organizado, o que deixará a população bastante assustada. “O setor da Segurança Pública ainda vivenciará muitas iniciativas bruscas de ataques covardes na Sociedade de baixa renda”.

Os capixabas ainda vão passar por mudanças na administração do governador do Estado, Renato Casagrande. Segundo as previsões do mago, o Executivo passará por grandes mudanças de ordem administrativa e econômica. “O que se espera é que projetos novos tomem proporções satisfatórias junto à população de baixa renda. Com tudo isso se fará necessário o controle de alguns costumes antigos ligados ao intercâmbio financeiro e empresarial”. O exotérico não descartou uma grande crise no setor da saúde no Espírito Santo.