Assassino de Wilson Mendes toma 15 anos e seis meses de pena em Mantenópolis

10173733_10200646554885962_1060539319_nO Conselho Nacional de Justiça e os 27 tribunais de Justiça promoveram de 17 a 21 de março a I Semana Nacional do Tribunal do Júri. O evento visou contribuir para o alcance da Meta 4 da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), que prevê o julgamento, até outubro de 2014, de todas as ações penais de homicídios dolosos que tenham recebido denúncia até 31 de dezembro de 2009.

Na comarca de Mantenópolis promovido o MÊS DO JÚRI. Foram designados, a partir do dia 11 de março, DEZ (10) sessões de julgamento, das quais, OITO (08) se concretizaram, com a última sessão acontecendo nesta terça-feira, 1º de abril. Mereceu destaque a atuação do nobre Magistrado Menandro Taufner Gomes, respondendo interinamente pela comarca, cujo equilíbrio, discrição, segurança, firmeza e cordialidade, além da reconhecida cultura jurídica, foram preponderantes para o sucesso da jornada que decorreu sem qualquer incidente. Merece menção, ainda, a importante colaboração do ilustre advogado Humberto Moulin que por duas vezes se deslocou da cidade se Pancas para atuar em julgamento na comarca de Mantenópolis.

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970670_10200624495934502_518351020_nNa última sessão ocorrida em 01/04 ocorreu o julgamento do rumoroso homicídio ocorrido em 07 de julho de 2013. Naquela sessão foi levado a julgamento a pessoa J. F. N. acusado de assassinar brutalmente Wilson Mendes Lopes, com vinte e oito (28) anos de idade. A vítima, que foi criada em Mantenópolis, residia na região metropolitana de Belo Horizonte, onde desempenhava duas atividades profissionais. Há onze anos não retornava a Mantenópolis e aproveitou suas férias no mês de julho de 2013, para visitar parentes. Tendo chegado a Mantenópolis na manhã de 07/07/2013, foi assassinada na noite daquele mesmo dia.
Acatando sugestão do Promotor de Justiça, familiares da vítima constituíram assistente de acusação, do que resultou relevante colaboração com o MinistérioPúblico pela importante participação dos advogados Eduardo Capettini e Priscila Ingrity Dos Santos Dimas.

Por decisão do Colendo Tribunal Júri, o acusado foi condenado por crime de homicídio duplamente qualificado e, ainda, pelo crime de posse ilegal de arma de fogo, sendo sentenciado em 15 anos e seis meses de pena.

Na defesa atuaram brilhantemente os renomados advogados Walace dos Santos Alcure e Ilson José Teixeira da Silva.

O plenário do júri e as demais dependências de fórum estiveram lotados por familiares do acusado e vítima e demais membros da sociedade mantenopolitana.